Backup e arquivamento de dados pessoais são os maiores riscos à privacidade de dados

Até 2020, o backup e o arquivamento de dados pessoais representarão a maior área de risco de privacidade para 70% das organizações, contra 10% em 2018, aponta projeção do Gartner. Atualmente, pontua a consultoria, as organizações mantêm backups de grandes volumes de dados pessoais que são sensíveis e vulneráveis, sem nenhuma intenção clara de usá-los.

Como a sensibilidade é uma característica constante e a vulnerabilidade é possivelmente equivalente, o volume acaba elevando o nível de risco e, por isso, representa a maior área de risco de privacidade hoje. Além disso, os regulamentos de privacidade estão gerando penalidades e multas rígidas por violações, ampliando consideravelmente o risco de se manter dados pessoais que não serão utilizados.

Nos próximos dois anos, as organizações que não revisarem as políticas de retenção de dados para reduzir o volume de informações armazenadas e, por extensão, os dados que são copiados, enfrentarão um enorme risco de não conformidade, bem como os impactos associados a uma eventual violação. O GDPR, por exemplo, implementou multas regulatórias de até 4% do faturamento global anual ou 20 milhões de euros, o que for maior, por descumprimento.

“Vários países estão implementando regulamentações inspiradas nos princípios do GDPR (Lei de proteção de dados da Europa), um movimento que provavelmente continuará no futuro”, diz Bart Willemsen, Analista Sênior do Gartner. “Esses requisitos de privacidade afetam drasticamente a estratégia das empresas, a finalidade e os métodos de uma organização para o processamento de dados pessoais. Além disso, as violações desses requisitos acarretam implicações financeiras, de reputação e regulatórias”, completa.

Fonte: Convergência Digital

19 de julho de 2019

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