Cerca de 300 alunos já aderiram à plataforma de conhecimento +praTI

Mais de 800 pessoas se inscreveram e pelo menos 300 alunos, entre eles 50 estudantes do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), já estão cursando as trilhas de tecnologia na plataforma +praTI.
 
A iniciativa foi lançada no início de setembro para a qualificação de pessoas na área de Tecnologia e, consequentemente, retenção de talentos no Rio Grande do Sul. A adesão dos inscritos à plataforma está sendo feita de forma escalonada pelos organizadores.
 
São três trilhas de conhecimentos já disponíveis, e validadas pelas cerca de 30 empresas de tecnologia mantenedoras do projeto. A partir delas, os profissionais vão se habilitando a alguma atividade profissional vinculada ao setor de tecnologia.
 
O advogado e conselheiro do Instituto Millenium, Sebastião Ventura, explica que o foco é atingir duas personas: o aluno que está na faculdade tradicional e prestes a chegar ao mercado de trabalho e quem já está formado e precisa fazer a reconversão funcional. “A ideia é que oferecer esse conhecimento possa gerar novas possibilidades de futuro a todos que querem trabalhar e que tenham disposição a aprender. É um belo passo para criarmos uma sociedade com novas lógicas”, comenta.
 
Aliás, uma questão importante é a proatividade. Isso porque, os alunos terão que ser uma espécie de autodidatas. O conhecimento estará ali, com a curadoria de empresas que são referência no mercado, mas cabe a eles explorarem estes conteúdos. “Seremos facilitadores, mas eles terão que assumir essa busca do aprendizado”, acrescenta.
 
As trilhas já disponíveis são: Explorar (20 horas), Introdução à Lógica de Programação (100 horas) e Programação Java (60 horas). Os conceitos são ensinados por meio de vídeo aulas.
 
O +praTI é um projeto voluntário liderado por diversos empresários do setor de Tecnologia da Informação para sensibilizar e qualificar profissionais para essa área – só no Rio Grande do Sul, são mais de 5 mil vagas de TI abertas.
Ventura lembra que esse movimento iniciou em agosto de 2019. “Desde lá essa ideia foi sendo construída e atraindo parceiros. O capitalismo contemporâneo exige que tanto as Big Techs como o ecossistema como um todo assumam novas responsabilidades sociais. Precisamos falar com a sociedade sobre tecnologia e o setor empresarial tem uma nova responsabilidade cívica diante dos desafios do futuro”, observa Ventura.
 
 
Fonte: Jornal do Comércio
 
17 de setembro de 2020

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