Grupo RHTI

Com ambiente flexível e colaborativo, o Grupo RHTI da Assespro-RS desenvolve práticas na Gestão de Recursos Humanos voltadas para desafios encontrados nas empresas de TI há quatro anos.

Os temas abordados sugerem uma comunicação aberta e eficaz com os participantes para a obtenção de resultados positivos nas suas respectivas empresas. Com a interação dos RHs e compartilhamento de informações para garantir melhores práticas de gestão, o grupo busca tornar-se referência de RH no mercado de TI. 

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Temas abordados recentemente

Projetos

  • Capacitação de talentos;
  • Benefícios flexíveis;
  • Como mensurar a produtividade em home office;
  • Metodologias ágeis aplicadas ao RH;
  • Liderança e gestão em home Office;
  • Cultura e diversidade.

Objetivos

Aproximar profissionais de RH das empresas associadas da ASSESPRO-RS  para abordarem os desafios do setor de TI e práticas de eficiência em gestão de pessoas, a fim de auxiliar estrategicamente as empresas nos seus processos de Recursos Humanos.


Propósitos

  • Compartilhar conhecimento através da troca de informações;
  • Criar integração nos RHs das empresas;
  • Aprimorar políticas de gestão de pessoas;  
  • Promover a aplicação das melhores praticas de RH dentro das empresas;
  • Colaborar estrategicamente com a gestão de pessoas nas empresas, visando atrair, desenvolver e manter os recursos humanos.

Formato
  • Encontros mensais,
  • Terceiras terças-feiras de cada mês.
  • Das 9h às 10h30 na modalidade online (em consequência das medidas de isolamento social – Modalidade TEMPORÁRIA)

Novos integrantes: O grupo estará aberto para receber novas empresas/integrantes para participar do grupo, desde que não ultrapasse 50 empresas associadas.


Quem pode participar?

As empresas associadas da ASSESPRO-RS participarão através de seus profissionais de RH atuantes do setor de TI da empresa, ou profissionais que sejam responsáveis pelo RH. 

A vaga para participar do Grupo pertence a empresa, caso o profissional inicialmente  inscrito venha a se afastar, a empresa então poderá indicar outro profissional.          

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Veja o Recorte do Encontro de Agosto de 2021! – Teletrabalho: Perguntas e Respostas

Nesta terça-feira (17), o Grupo RHTI da Assespro-RS recebeu a advogada Rosana Takeda, sócia do escritório Gomes e Takeda e VP de finanças e sustentabilidade da Assespro-RS, para esclarecer dúvidas em relação ao teletrabalho. 

Rosana destacou que muitas empresas ainda não sabem exatamente o que fazer em relação a seus colaboradores e ainda se deparam com outra situação, o que fazer no retorno desses profissionais. “Na CLT, não há previsão quanto ao trabalho híbrido. É algo que ainda estamos construindo”, observou. 

Uma das perguntas foi a respeito da diferença entre teletrabalho, trabalho remoto e home office. Segundo Rosana, o trabalho à distância já existe na CLT desde 2011 e a Reforma Trabalhista foi quem colocou as regras do teletrabalho. O teletrabalho prevê a realização de serviços preponderantemente fora do ambiente do empregador, não necessariamente na residência do colaborador, podendo ser também em um coworking, hotel, cafeteria etc., e é necessário fazer alteração contratual.

No caso do home office, trata-se de uma política adotada pelas empresas, sem previsão legal específica, portanto, é preciso manter as orientações de jornada, benefícios, salário etc. 

Outra questão tratou do que pode ser feito caso um empregado não queira voltar a trabalhar presencialmente. Para a advogada, é preciso haver clareza se o teletrabalho foi formalizado. Uma situação é aditar o contrato de trabalho para o teletrabalho, outra é iniciar uma nova contratação já nessa modalidade. No primeiro caso, é necessário ter a concordância por parte do empregado.

Segundo Rosana, em relação ao retorno do profissional para trabalhar na sede da organização, a empresa pode determinar o retorno presencial desde que garanta um prazo mínimo de 15 dias.

Caso se recuse, a empresa pode desligá-lo por descumprir uma determinação da empresa. “Contudo, não aconselho essa medida extrema, podendo a empresa adotar outras medidas punitivas, como advertência ou suspensão”. 

 


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